

FAMA. POPULARIDADE. SUCESSO. MÍDIA. O MUNDO AOS PÉS... DIANTE DA MORTE VEMOS A FRAGILIDADE DE UM SER HUMANO TÃO FAMOSO QUANTO MICHAEL JACKSON OU DE QUALQUER JOÃO OU SILVA NAS CALÇADAS...
E O MAIS INCRÍVEL AINDA É PERCEBER QUE NESSE ENREDO DE TANTO RECONHECIMENTO E TANTA FAMA EXISTIA A FRAGILIDADE PSICOLÓGICA DA TRISTEZA... DE ALGUÉM RECLUSO... À SOMBRA DA FELICIDADE... ALGO BEM INCOMPLETO... UM CONTO DE FADAS BEM IRREAL...
DIANTE DE UM MUNDO QUE APLAUDIA ,PARECIA EXISTIR UM SER MAIS QUE EXCÊNTRICO... SOLITÁRIO...
TRISTE MESMO...
O QUE FICA COM CERTEZA, É TODO O SUCESSO QUE PRATICAMENTE TODO O PLANETA CONHECEU DESDE QUE ELE ERA CRIANÇA(EU AINDA TENHO MEUS DISCOS DE VINIL DELE,VERDADE). E A PALAVRA CERTA PARA DEFINI-LO COMO ARTISTA: GENIALIDADE!!!!PÔ , O CARA FOI INCRIVEL... SHOWMAN MEEEEEEEEEEEEEEES-MO.
"...é triste, foi um choque, mas, musicalmente, Michael Jackson tinha morrido muito antes. E algumas vezes. Mesmo torcendo por um milagre, era dificil acreditar que ele pudesse ressuscitar com a série de shows que, a partir de 12 julho, faria na Arena O2, em Londres.
em 1993, quando a turnê "Dangerous" passou pela América do Sul, já era visível a fragilidade do cantor. Escalado pelo Globo para cobrir o show em Buenos Aires, fui o único, pelo menos entre os grandes jornais e revistas brasileiros, a estranhar o formato daquele show. Era praticamente um amontoado de clipes encenados ao vivo, com intervalos entre as músicas - de dois, três, até cinco minutos, ou seja, séculos para a dinâmica de um espetáculo de música pop - nos quais Michael Jackson saía do palco, provavelmente, como se especulou na época, para recuperar o fôlego. Dias depois, no Estádio do Morumbi, em São Paulo, essa impressão se confirmou. Mesmo que o aparato de dançarinos, músicos e cantores de apoio, luzes, efeitos especiais dourasse a pílula, o Rei do Pop estava nu. A coisa não engrenava, sua voz parecia um fiapo, seus passos de dança, precários.
e isso foi há 16 anos. Desde então, ele ainda fez alguns shows, lançou seu pior disco, "Invincible", e passou a aparecer na mídia mais por seus problemas pessoais do que por sua arte. Grande arte, principalmente no disco "Off the wall", em 1979, e no seguinte, três anos depois, o megassuperultrarrecordista "Thriller", ambos, com a ajuda do produtor Quincy Jones. Sendo que o segundo, com seu impacto quadriplicado pela série de videoclipes, produzidos com padrões de Hollywood.
sucesso em dimensão nunca conhecida antes, mas que foi demais para o solitário rapaz, desde criança aprisionado ao showbiz".


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