ALGUNS MOTIVOS PELOS QUAIS OS HOMENS
GOSTAM TANTO DE MULHERES:
1- O cheirinho delas é sempre gostoso, mesmo que seja só xampu.
2 - O jeitinho que elas tem de sempre encontrar o lugarzinho certo em nosso ombro.
3 - A facilidade com a qual cabem em nossos braços.
4 - O jeito que tem de nos beijar e, de repente, fazer o mundo ficar perfeito
5 - Como são encantadoras quando comem.
6 - Elas levam horas para se vestir, mas no final vale a pena.
7 - Porque estão sempre quentinhas, mesmo que esteja fazendo trinta graus abaixo de zero lá fora.
8 - Como sempre ficam bonitas, mesmo de jeans com camiseta e rabo-de-cavalo.
9 - Aquele jeitinho sutil de pedir um elogio.
10 - Como ficam lindas quando discutem.
11 - O modo que tem de sempre encontrar a nossa mão.
12 - O brilho nos olhos quando sorriem.
13 - Ouvir a mensagem delas na secretária eletrônica logo depois de uma briga horrível.
14 - O jeito que tem de dizer ‘Não vamos brigar mais, não..’
15 - A ternura com que nos beijam quando lhes fazemos uma delicadeza.
16 - O modo de nos beijarem quando dizemos ‘eu te amo’.
17 - Pensando bem, só o modo de nos beijarem já basta.
18 - O modo que têm de se atirar em nossos braços quando choram.
19 - O jeito de pedir desculpas por terem chorado por alguma bobagem.
20 - O fato de nos darem um tapa achando que vai doer.
21 - O modo com que pedem perdão quando o tapa dói mesmo
(embora jamais admitamos que doeu).
22 - O jeitinho de dizerem ‘estou com saudades’….
23 - As saudades que sentimos delas.
24 - A maneira que suas lágrimas tem de nos fazer querer mudar o mundo para que mais nada lhes cause dor. “
Arnaldo Jabor
sábado, 30 de maio de 2009
domingo, 24 de maio de 2009
CARA, ADOREI ISSO...
ACHEI NUM BLOG E NÃO RESISTI...
KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
Tá no inferno, abraça o capeta
Há algumas semanas, depois de muita insistência do Paulo, cedi e fui com ele fazer compras no Makro, onde confesso que morri um pouquinho por dentro.
Minha primeira e única ida ao Makro havia sido aos 9 anos de idade, e desde então eu não havia sentido a menor necessidade — econômica, financeira, antropológica ou sociológica – de voltar ao supermercado em que os carrinhos são puxados em vez de empurrados, deixando bem claro o papel de BURRO do cliente.
Acontece que, curiosamente, minha primeira ida ao Makro havia coincidido com minha primeira crise abissal de enxaqueca, o que me permitiu conhecer, além do Makro, o pronto-socorro do Makro, a enfermeira de plantão do Makro e o baldinho para vômito do Makro. Depois de passar mal mais de dez vezes, tomar plasil na veia e não melhorar, alguém teve a brilhante idéia de me tirar de dentro do Makro e…SHAZAM!…fiquei curada.
Ao que tudo indica, o cheiro da poveza já me incomodava desde pequena.
Mas divago, já que estava contando justamente do dia em que afinal resolvi dar uma segunda chance ao Makro e seus carrinhos que andam ao contrário, seus clientes FEOS de beleza exótica e seu frio inexplicável. Dois mil e oito vai ficar para sempre marcado na minha memória como o ano em que esse dia aconteceu. Por pura pressão do Paulo, misturada com uma sensação de culpa imensa por estar gastando mais que o necessário no supermercado limpinho e organizado na esquina de casa.
Entramos no Makro e automaticamente o Paulo se transformou num comprador alucinado, que parecia estar se preparando para entrar naquele bunker dos Flanders com o Homer Simpson.
[Paula]: Para que diabos precisamos de SESSENTA E QUATRO rolos de papel higiênico?
[Paulo]: Ué, ao longo da vida vamos usando…
[Paula]: Claro. E enquanto isso, guardamos onde, mesmo?
[Paulo]: Ah Paula, deixa de ser babaca que nosso apartamento tem duzentos e setenta metros quadrados.
[Paula]: Puxa, é mesmo, vamos encher tudo de papel higiênico, então!
Com meu tom de ironia, consegui que o Paulo se contentasse com uma embalagem de apenas trinta e dois pacotes de papel higiênico. A partir daí, eu já sabia que aquilo seria mais que uma mera ida ao supermercado.
Paulo parecia uma criança na loja de brinquedos, queria comprar diumtudo, no maior tamanho possível. Ele olhava todas as marcas disponíveis, os preços, e tomava as decisões. Pegamos um balde de maionese que me lembrou meus baldinhos de areia na praia do Leblon. Quase perguntei se íamos abrir uma barraquinha de cachorro-quente, mas deixei quieto.
Ao longo dos anos, descobri que a sobrevivência de uma relação depende diretamente da sua capacidade de escolher suas batalhas e entubar baldes de cinco quilos de maionese esculhambando a organização da sua geladeira. Mesmo que você tenha TOC e a organização da sua geladeira seja tão importante na sua vida como a cura do câncer.
Não só entubei, como também resolvi entrar um pouco no clima e observei os demais baldões nas redondezas:
[Paula]: Olha aquele vidrão de azeitonas!
[Paulo]: Mas a marca é ARO.
[Paula]: E DAÊ?
[Paulo]: Daí que ARO é a marca do MAKRO.
Ah tá. A pessoa não tem nenhum pudor de se despencar de carro pra um longínquo supermercado com carrinhos que mais parecem pequenas empilhadeiras, clientes que mais parecem psicopatas e comidas em quantidades como se não houvesse amanhã, mas tem a pachorra de ser fresco com “a marca do MAKRO”?
[Paula]: Mas amigo, você ESTÁ no MAKRO. Tá no inferno, abraça o capeta.
Dois segundos depois, Paulo já estava abraçado a dez quilos de azeitonas ARO. Melhores amigos.
[Paula]: Ow. Antes de sair comprando, veja a validade dessas coisas, que essas comidas de vidro sempre têm umas letrinhas miúdas “depois de aberto, consumir em xis dias”.
[Paulo]: Hum, vejamos. Aqui diz: “Depois de aberto, consumir em 3 dias”.
DEZ. QUILOS. DE. AZEITONA.
Paulo ainda fez os olhinhos do Gato de Botas do Shrek, abraçado ao vidro de azeitonas.
[Paula]: Querido. Nós não temos um restaurante, lembra?
Pra completar, no MAKRO só se paga com dinheiro vivo, cash, bufunfa. Cartão de crédito, cartão de débito, cheques, tecnologia e civilização, não trabalhamos. O resultado da economia que você faz se não tiver pudores de ter cinqüenta rolos de papel higiênico em casa, um shampoo de trinta litros e um balde de maionese onde você pode mergulhar seu filho de 4 meses? = a maior conta de supermercado de toda a história antiga e contemporânea da sua vida e de todos os seus antepassados.
“Mas as coisas vão durar muito mais tempo”, disse o Paulo, pouco antes de comer toda uma caixa de trinta Prestígios.
E eu, de joelhos, jurei amor eterno ao meu mercadinho limpo e caríssimo da esquina.
ACHEI NUM BLOG E NÃO RESISTI...
KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
Tá no inferno, abraça o capeta
Há algumas semanas, depois de muita insistência do Paulo, cedi e fui com ele fazer compras no Makro, onde confesso que morri um pouquinho por dentro.
Minha primeira e única ida ao Makro havia sido aos 9 anos de idade, e desde então eu não havia sentido a menor necessidade — econômica, financeira, antropológica ou sociológica – de voltar ao supermercado em que os carrinhos são puxados em vez de empurrados, deixando bem claro o papel de BURRO do cliente.
Acontece que, curiosamente, minha primeira ida ao Makro havia coincidido com minha primeira crise abissal de enxaqueca, o que me permitiu conhecer, além do Makro, o pronto-socorro do Makro, a enfermeira de plantão do Makro e o baldinho para vômito do Makro. Depois de passar mal mais de dez vezes, tomar plasil na veia e não melhorar, alguém teve a brilhante idéia de me tirar de dentro do Makro e…SHAZAM!…fiquei curada.
Ao que tudo indica, o cheiro da poveza já me incomodava desde pequena.
Mas divago, já que estava contando justamente do dia em que afinal resolvi dar uma segunda chance ao Makro e seus carrinhos que andam ao contrário, seus clientes FEOS de beleza exótica e seu frio inexplicável. Dois mil e oito vai ficar para sempre marcado na minha memória como o ano em que esse dia aconteceu. Por pura pressão do Paulo, misturada com uma sensação de culpa imensa por estar gastando mais que o necessário no supermercado limpinho e organizado na esquina de casa.
Entramos no Makro e automaticamente o Paulo se transformou num comprador alucinado, que parecia estar se preparando para entrar naquele bunker dos Flanders com o Homer Simpson.
[Paula]: Para que diabos precisamos de SESSENTA E QUATRO rolos de papel higiênico?
[Paulo]: Ué, ao longo da vida vamos usando…
[Paula]: Claro. E enquanto isso, guardamos onde, mesmo?
[Paulo]: Ah Paula, deixa de ser babaca que nosso apartamento tem duzentos e setenta metros quadrados.
[Paula]: Puxa, é mesmo, vamos encher tudo de papel higiênico, então!
Com meu tom de ironia, consegui que o Paulo se contentasse com uma embalagem de apenas trinta e dois pacotes de papel higiênico. A partir daí, eu já sabia que aquilo seria mais que uma mera ida ao supermercado.
Paulo parecia uma criança na loja de brinquedos, queria comprar diumtudo, no maior tamanho possível. Ele olhava todas as marcas disponíveis, os preços, e tomava as decisões. Pegamos um balde de maionese que me lembrou meus baldinhos de areia na praia do Leblon. Quase perguntei se íamos abrir uma barraquinha de cachorro-quente, mas deixei quieto.
Ao longo dos anos, descobri que a sobrevivência de uma relação depende diretamente da sua capacidade de escolher suas batalhas e entubar baldes de cinco quilos de maionese esculhambando a organização da sua geladeira. Mesmo que você tenha TOC e a organização da sua geladeira seja tão importante na sua vida como a cura do câncer.
Não só entubei, como também resolvi entrar um pouco no clima e observei os demais baldões nas redondezas:
[Paula]: Olha aquele vidrão de azeitonas!
[Paulo]: Mas a marca é ARO.
[Paula]: E DAÊ?
[Paulo]: Daí que ARO é a marca do MAKRO.
Ah tá. A pessoa não tem nenhum pudor de se despencar de carro pra um longínquo supermercado com carrinhos que mais parecem pequenas empilhadeiras, clientes que mais parecem psicopatas e comidas em quantidades como se não houvesse amanhã, mas tem a pachorra de ser fresco com “a marca do MAKRO”?
[Paula]: Mas amigo, você ESTÁ no MAKRO. Tá no inferno, abraça o capeta.
Dois segundos depois, Paulo já estava abraçado a dez quilos de azeitonas ARO. Melhores amigos.
[Paula]: Ow. Antes de sair comprando, veja a validade dessas coisas, que essas comidas de vidro sempre têm umas letrinhas miúdas “depois de aberto, consumir em xis dias”.
[Paulo]: Hum, vejamos. Aqui diz: “Depois de aberto, consumir em 3 dias”.
DEZ. QUILOS. DE. AZEITONA.
Paulo ainda fez os olhinhos do Gato de Botas do Shrek, abraçado ao vidro de azeitonas.
[Paula]: Querido. Nós não temos um restaurante, lembra?
Pra completar, no MAKRO só se paga com dinheiro vivo, cash, bufunfa. Cartão de crédito, cartão de débito, cheques, tecnologia e civilização, não trabalhamos. O resultado da economia que você faz se não tiver pudores de ter cinqüenta rolos de papel higiênico em casa, um shampoo de trinta litros e um balde de maionese onde você pode mergulhar seu filho de 4 meses? = a maior conta de supermercado de toda a história antiga e contemporânea da sua vida e de todos os seus antepassados.
“Mas as coisas vão durar muito mais tempo”, disse o Paulo, pouco antes de comer toda uma caixa de trinta Prestígios.
E eu, de joelhos, jurei amor eterno ao meu mercadinho limpo e caríssimo da esquina.
terça-feira, 19 de maio de 2009
A noite passada você me fez sentir como se eu fosse uma desesperada
Eu não sou uma desesperada
Um pouco possessiva
Pequena senhorita obsessiva
Não consigo superar isso
Maravilhosamente Quebrada
Parece que foi ontem
que meu mundo desabou do céu
Parece que foi ontem
que eu não sabia o quanto eu podia chorar
Parece que amanhã, talvez eu não consiga superar
Mas eu vou tentar
Eu vou tentar
Limpe as lágrimas dos meus olhos
Eu estou maravilhosamente quebrada
E eu não ligo se você sabe disso
Estou maravilhosamente quebrada
E eu não me importo se eu demonstro
Todo dia é um novo dia
Eu sou lembrada do meu passado
Todo tempo há uma nova tempestade
Eu sei que não vai durar
Todo o momento estou cheia de esperança,
porque eu tenho uma segunda chance
Mas eu vou tentar
Eu vou tentar
Não tenho nada
mais para esconder
Eu estou maravilhosamente quebrada
E eu não ligo se você sabe disso
Estou maravilhosamente quebrada
E eu não me importo se eu demonstro
Sem os altos e baixos
Onde nós iríamos?
Onde nós iríamos?
Eu estou maravilhosamente quebrada
E eu não ligo se você sabe disso
Estou maravilhosamente quebrada
E eu não me importo se eu demonstro
Eu não sou uma desesperada
Um pouco possessiva
Pequena senhorita obsessiva
Não consigo superar isso
Maravilhosamente Quebrada
Parece que foi ontem
que meu mundo desabou do céu
Parece que foi ontem
que eu não sabia o quanto eu podia chorar
Parece que amanhã, talvez eu não consiga superar
Mas eu vou tentar
Eu vou tentar
Limpe as lágrimas dos meus olhos
Eu estou maravilhosamente quebrada
E eu não ligo se você sabe disso
Estou maravilhosamente quebrada
E eu não me importo se eu demonstro
Todo dia é um novo dia
Eu sou lembrada do meu passado
Todo tempo há uma nova tempestade
Eu sei que não vai durar
Todo o momento estou cheia de esperança,
porque eu tenho uma segunda chance
Mas eu vou tentar
Eu vou tentar
Não tenho nada
mais para esconder
Eu estou maravilhosamente quebrada
E eu não ligo se você sabe disso
Estou maravilhosamente quebrada
E eu não me importo se eu demonstro
Sem os altos e baixos
Onde nós iríamos?
Onde nós iríamos?
Eu estou maravilhosamente quebrada
E eu não ligo se você sabe disso
Estou maravilhosamente quebrada
E eu não me importo se eu demonstro
" Vai passar, tu sabes que vai passar. Talvez não amanhã, mas dentro de uma semana, um mês ou dois, quem sabe? O verão está aí, haverá sol quase todos os dias, e sempre resta essa coisa chamada 'impulso vital'. Pois esse impulso ás vezes cruel, porque não permite que nenhuma dor insista por muito tempo, te empurrará quem sabe para o sol, para o mar, para uma nova estrada qualquer e, de repente, no meio de uma frase ou de um movimento te surpreenderás pensando algo assim como 'estou contente outra vez' "
TÔ NUMA SENSAÇÃO DE TRISTEZA ENORME...
DESABAFO...
TÃO SOZINHA...
PEQUENININHA...
TÔ PRECISANDO DE UM ACONCHEGO ,DE ALGUÉM P/ DAR RISADA...
P/ ENCHER MEU SACO POR UM VESTIDO...
UM DECOTE...
A MAQUIAGEM...
SEI LÁ...
TÔ PRECISANDO DE ALGUÉM...
sábado, 16 de maio de 2009
De Tanto Te Querer
Jorge e Mateus
Larga tudo e vem correndo
Vem matar minha vontade
Já faz tempo que eu tô sofrendo
Mereço um pouco de felicidade
Larga tudo e vem correndo
Pra eu mergulhar no teu sorriso
Me arranca desse inferno
Me leva pro seu paraíso
Eu não desisto do que eu quero
Mas não me desespero
Te espero
Na tarde quente ou madrugada fria
Na tristeza ou na alegria
Ficar sozinho não rola, mas amor não se implora
Nem se joga fora
O amor a gente conquista e não há quem desista
Se o coração chora
Chora com vontade de te ver
Chora com saudade de você
Chora às vezes eu nem sei porque
Deve ser de tanto te querer
De tanto amar você
Eu não desisto do que eu quero
Mas não me desespero
Te espero
Na tarde quente ou madrugada fria
Na tristeza ou na alegria
Ficar sozinho não rola mas amor não se implora
Nem se joga fora
O amor a gente conquista e não há quem desista
Se o coração chora (2x)
Chora com vontade de te ver
Chora com saudade de você
Chora às vezes eu nem sei porque
Deve ser de tanto te querer
De tanto amar você
Jorge e Mateus
Larga tudo e vem correndo
Vem matar minha vontade
Já faz tempo que eu tô sofrendo
Mereço um pouco de felicidade
Larga tudo e vem correndo
Pra eu mergulhar no teu sorriso
Me arranca desse inferno
Me leva pro seu paraíso
Eu não desisto do que eu quero
Mas não me desespero
Te espero
Na tarde quente ou madrugada fria
Na tristeza ou na alegria
Ficar sozinho não rola, mas amor não se implora
Nem se joga fora
O amor a gente conquista e não há quem desista
Se o coração chora
Chora com vontade de te ver
Chora com saudade de você
Chora às vezes eu nem sei porque
Deve ser de tanto te querer
De tanto amar você
Eu não desisto do que eu quero
Mas não me desespero
Te espero
Na tarde quente ou madrugada fria
Na tristeza ou na alegria
Ficar sozinho não rola mas amor não se implora
Nem se joga fora
O amor a gente conquista e não há quem desista
Se o coração chora (2x)
Chora com vontade de te ver
Chora com saudade de você
Chora às vezes eu nem sei porque
Deve ser de tanto te querer
De tanto amar você
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